Categoria: Espiritualidade

Relato espiritual em um buffet

Estava em um Buffet em Osasco semana passada, quando de repente comecei a ter lampejos de clarividência aliados a sensações estranhas por todo meu corpo, eram alguns arrepios que passavam pelo meu duplo etérico, dando descargas energéticas em todo meu corpo.

Foi aí que comecei a me desligar de tudo o que estava ocorrendo ao meu redor, parei de prestar atenção nas crianças que corriam pra lá e para cá, comecei a meditar, para tentar descobrir se estava havendo algum tipo de assédio extrafísico no salão desse buffet infantil em osasco.

Notei que havia algumas entidades extrafísicas sofredoras andando pelo salão e emanando dardos plasmados para acertar os chacras dos convidados, aquilo não se tratava apenas de uma obsessão, ia muito mais além que isso, alguns dos convidados da festa, eram antigos algozes desses espiritos que estavam em estado de furia do lado de lá (plano espiritual).

Notei também que aquela criança que completava apenas 5 anos de idade, filha da minha amiga, tinha acabado de encarnar nesse planeta para “queimar” uma parcela de seu carma junto a esses espíritos, como também as pessoas que estavam prestigiando o seu aniversário, mas eles mal sabiam disso.

Por isso, sempre digo sobre a importância de estarmos atentos, vigiando sempre nossos pensamentos e sentimentos, para que quando começarmos a perceber algo extrafísico como o desse relato, sabermos o que devemos fazer em situações assim.

Há algumas habilidades como o discernimento espiritual e o estar presente no agora, que somente podem ser desenvolvidas juntas, e elas são fundamentais para a nossa evolução.

Portanto, esse foi um breve relato que aconteceu comigo, e queria passar para vocês, deixando assim o alerta para estarmos atentos no momento presente.

 

A história da umbanda

A umbanda foi fundada no dia 15 de novembro de 1908 na Federação Espírita da cidade Rio de Janeiro, no bairro Niteroi. Naquela ocasião, Zélio Fernandino de Moraes, foi orientado por um amigo, que foi levado à Federação devido a uma aparente cura que havia recebido, pois de forma inexplicável pela medicina, curou uma estranha paralisia. Chegando lá,  ele foi convidado por dirigentes a participar da sessão.

Iniciada a sessão, Zélio,  levantou-se dizendo: “Aqui está faltando uma flor!” e, contrariando todas as regras que não permitem a saida dos integrantes da mesa durante a sessão, ele foi ao jardim e voltou com uma rosa branca, que colocou sobre a mesa. Aquela atitude provocou um grande burburinho entre os membros que ali estavam. Com a “corrente” mediúnica recomposta, houve uma manifestação de vários espíritos  indígenas e de escravos africanos nos médiuns presentes, quando o dirigente do trabalho advertiu tais espíritos os convidando a se retirar devido ao seu suposto atraso espiritual. Na tentativa de mandar embora o espírito desconhecido incorporado em Zélio, um dos responsáveis pela mesa questionou:

“Afinal, meus irmãos que falam nesses termos, pretendendo que esta mesa compreenda a sua manifestação que, pelo grau de cultura que tiveram quando encarnados, são atrasados? E afinal,  qual é o seu nome?”

A resposta veio através de Zélio que foi a seguinte:

“ julgam atrasados os espíritos de pretos e índios, devo lhe dizer que amanhã mesmo estarei na residência desse cavalo (Zélio), para começar um culto em que estes meus pretos e índios poderão passar sua mensagem e, assim, cumprir a missão que o plano espiritual lhes confiou. Será uma religião que falará a todos , sejam eles humildes,  sempre pensando na igualdade que deve existir entre todos..  E se querem saber qual o meu nome, eu sou o Caboclo das Sete Encruzilhadas, porque não haverá caminhos fechados para mim e para meus pretos.”

No dia seguinte, na casa de Zélio, ele recebeu diversos membros da Federação Espírita, parentes, amigos e desconhecidos, e às 20h o espirito do dia anterior Caboclo das Sete Encruzilhadas se manifestou através Zélio e declarou que, a partir daquela data, uma nova religião se iniciava, onde os espíritos de índios e de negros escravos iriam definitivamente trabalhar ajudando seus irmãos encarnados, independentemente de qualquer coisa, e que seu nome seria umbanda. O grupo foi fundado naquela noite por esse caboblo Caboclo das Sete Encruzilhadas.

Hoje, ela passou por algumas mudanças, varia muito de templo para templo, mas essa querida umbanda, ainda serve de trabalho para muitos filhos que querem exercer a mediunidade.